sábado, 3 de julho de 2010
Verdão faz treino técnico e de fundamentos; Marcos e Lenny iniciam corrida
O elenco palmeirense realizou mais um treino técnico na tarde desta sexta-feira (02), na Academia de Futebol, sob o comando do auxiliar Murtosa e do treinador interino Parraga. Inicialmente, os jogadores foram divididos em três grupos e fizeram um trabalho de dois toques em campo reduzido. Depois, a comissão técnica realizou um treino de fundamento específico para zagueiros, meio-campistas e atacantes. As atividades tiveram duração de aproximadamente 2h. Mais uma vez nesta semana, a principal novidade no treino foi a presença do goleiro Marcos, que pela primeira vez iniciou as atividades fisicas e deu uma leve corrida ao redor dos gramados da Academia de Futebol, ao lado do auxiliar de preparação de goleiros, Fernando Miranda. Marcos se recupera de uma artroscopia realizada no joelho esquerdo, realizada no dia 16 de junho, e também nesta semana fez os primeiros trabalhos de movimentação e fundamentos com bola. Já os goleiros Bruno, Deola, Raphael Alemão, Carlos e Fabio treinaram arduamente sob o comando do preparador Carlos Pracidelli. Quem também fez as primeiras atividades físicas e deu uma leve corrida foi o atacante Lenny, que se recupera de uma lesão sofrida no ligamento cruzado do joelho direito, ocorrida há três meses. Neste sábado (03), o Verdão faz mais um treino, pela manhã, na Academia de Futebol. No domingo (04), a equipe realiza um amistoso contra o XV de Piracicaba, no estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba, às 16h.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Palmeiras ainda tenta levar Taison
Os novos atacantes do Palmeiras, Kleber e Tadeu, já iniciaram os primeiros treinos com o restante do elenco. Mas os reforços para o setor não devem parar por aí. A pedido do técnico Luiz Felipe Scolari, a diretoria do Verdão está em busca de um atleta veloz, que atue pelos flancos do campo. Taison, do Internacional, aidna é o preferido para a função.
Apesar do interesse palmeirense, os dirigentes do clube paulista reconhecem que se trata de uma negociação complicada. O Inter não está disposto a facilitar a saída do atleta, já que está nas semifinais da Taça Libertadores e enfrentará o São Paulo nos dias 28 de julho e 4 de agosto.
Há alguns meses, Taison havia declarado sua insatisfação com a reserva no Inter. Agora, porém, com a chegada de Celso Roth, o jovem sabe que a situação pode mudar. No início do ano, o Palmeiras tentou a contratação do atacante, por empréstimo, mas a cúpula colorada rejeitou a oferta. Agora, o time do Palestra Itália pretende fazer nova investida.
– A prioridade é trazer um atleta de velocidade, que atue pelos lados. Taison cumpriria essa função. O Inter sabe do interesse do Palmeiras. Já tentamos o atleta por mais de uma vez, mas aguardamos o Inter dar uma resposta se poderá liberá-lo – afirmou o vice-presidente Gilberto Cipullo.
O Colorado quer uma compensação financeira vantajosa para poder negociar o atleta. Caso contrário, a transação não irá avançar.
– Sabemos do interesse do Palmeiras, mas Taison é um jogador importante. Não vamos liberar ninguém de graça – diz Newton Drumond, o Chumbinho, diretor de futebol do Inter.
Em janeiro deste ano, a Traffic, parceira do Palmeiras, também mostrou-se interessada em investir no atacante, de 22 anos. Com o pedido de Felipão, a empresa poderá voltar, de novo, suas atenções ao jogador.
O Interesse por Taison no Palmeiras
Taison no Palmeiras é um sonho antigo. O Alviverde já tentou levar o atacante colorado para São Paulo em outras ocasiões, sem sucesso. Confira todas as tentativas do clube paulista, abaixo:
* Em janeiro, o Palmeiras tentou a aquisição de Taison, por empréstimo. O Internacional, porém, não aceitou a proposta, pois preferiu inscrever o jogador na Taça Libertadores.
* Em abril, após Taison dar entrevista dizendo estar insatisfeito com a reserva, o Verdão voltou a procurá-lo. Irritado, o presidente do Colorado, Vitório Píffero, foi categórico dizendo que o atleta só sairia se o Palmeiras pagasse a multa rescisória, estipulada em R$ 95 milhões.
* A triangulação pretendida pelo Palmeiras também não evoluiu. Os dirigentes palmeirenses queriam fazer negócio envolvendo uma possível ida de Diego Souza para o Al-Jazira (EAU), com o clube dos Emirados Árabes liberando a volta de Rafael Sobis ao Inter e o Palmeiras ficando com Taison. A proposta foi analisada no início de junho, mas não houve acordo entre os clubes.
* Nesta quarta-feira, o Palmeiras aguarda uma resposta da diretoria do Inter para entrar em negociação. Os direitos econômicos de Taison estão fixados em € 40 milhões (cerca de R$ 88 milhões). O alto valor levará o Verdão a tentar o empréstimo.
Apesar do interesse palmeirense, os dirigentes do clube paulista reconhecem que se trata de uma negociação complicada. O Inter não está disposto a facilitar a saída do atleta, já que está nas semifinais da Taça Libertadores e enfrentará o São Paulo nos dias 28 de julho e 4 de agosto.
Há alguns meses, Taison havia declarado sua insatisfação com a reserva no Inter. Agora, porém, com a chegada de Celso Roth, o jovem sabe que a situação pode mudar. No início do ano, o Palmeiras tentou a contratação do atacante, por empréstimo, mas a cúpula colorada rejeitou a oferta. Agora, o time do Palestra Itália pretende fazer nova investida.
– A prioridade é trazer um atleta de velocidade, que atue pelos lados. Taison cumpriria essa função. O Inter sabe do interesse do Palmeiras. Já tentamos o atleta por mais de uma vez, mas aguardamos o Inter dar uma resposta se poderá liberá-lo – afirmou o vice-presidente Gilberto Cipullo.
O Colorado quer uma compensação financeira vantajosa para poder negociar o atleta. Caso contrário, a transação não irá avançar.
– Sabemos do interesse do Palmeiras, mas Taison é um jogador importante. Não vamos liberar ninguém de graça – diz Newton Drumond, o Chumbinho, diretor de futebol do Inter.
Em janeiro deste ano, a Traffic, parceira do Palmeiras, também mostrou-se interessada em investir no atacante, de 22 anos. Com o pedido de Felipão, a empresa poderá voltar, de novo, suas atenções ao jogador.
O Interesse por Taison no Palmeiras
Taison no Palmeiras é um sonho antigo. O Alviverde já tentou levar o atacante colorado para São Paulo em outras ocasiões, sem sucesso. Confira todas as tentativas do clube paulista, abaixo:
* Em janeiro, o Palmeiras tentou a aquisição de Taison, por empréstimo. O Internacional, porém, não aceitou a proposta, pois preferiu inscrever o jogador na Taça Libertadores.
* Em abril, após Taison dar entrevista dizendo estar insatisfeito com a reserva, o Verdão voltou a procurá-lo. Irritado, o presidente do Colorado, Vitório Píffero, foi categórico dizendo que o atleta só sairia se o Palmeiras pagasse a multa rescisória, estipulada em R$ 95 milhões.
* A triangulação pretendida pelo Palmeiras também não evoluiu. Os dirigentes palmeirenses queriam fazer negócio envolvendo uma possível ida de Diego Souza para o Al-Jazira (EAU), com o clube dos Emirados Árabes liberando a volta de Rafael Sobis ao Inter e o Palmeiras ficando com Taison. A proposta foi analisada no início de junho, mas não houve acordo entre os clubes.
* Nesta quarta-feira, o Palmeiras aguarda uma resposta da diretoria do Inter para entrar em negociação. Os direitos econômicos de Taison estão fixados em € 40 milhões (cerca de R$ 88 milhões). O alto valor levará o Verdão a tentar o empréstimo.
sábado, 1 de maio de 2010
Historia do Palmeiras
O Palmeiras - na época Palestra Itália - foi fundado em 26 de agosto de 1914 por 46 entusiasmados membros da colônia italiana em São Paulo. Sete dias antes de fundação, uma carta de Vicente Ragonetti havia sido publicada num jornal dos imigrantes convocando a participação dos compatriotas para a formação do clube de futebol. No início, o dinheiro do Palestra era muito curto e, diminuiu ainda mais com o início da Primeira Guerra Mundial, quando os membros da colônia italiana, que antes contribuíam com o clube, passaram a ajudar entidades como a Cruz Vermelha. Mesmo assim, neste mesmo ano (1915), o Palestra disputou, e venceu, a primeira partida de futebol por 2 x 0 sobre o Sabóia da cidade de Votorantim. A partir daí, os esforços se concentraram na inclusão do time na Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA). No primeiro jogo, o time italiano não fez jus à entrada na Associação, perdendo para o Santos por 7 x 0. E no primeiro campeonato, em 1916, o time também não agradou, acabando em penúltimo lugar. Para acabar com os maus resultados, foram contratados reforços, dentre eles, Heitor, para 1917. O dia 6 de maio de 1917 foi marcante para o alvi-verde. Neste dia, o Palestra venceu por 3 x 0 o Corinthians, que viria a ser seu arqui-rival. Neste campeonato, o Palestra chegou às finais - apesar das queixas contra as arbitragens - somente perdendo para o Paulistano no último jogo. No Campeonato de 1918, depois de se sentir roubado, mais uma vez, o Palestra decidiu sair da APEA. Mas como o time já era muito importante para o futebol paulista, logo os membros dos outros clubes pediram a volta do alvi-verde à Associação. Em 1920, mesmo ano em que foi comprado o terreno do Parque Antarctica, o Palestra foi campeão pela primeira vez após um empate com o adversário de sempre, o Paulistano. Quatro anos depois, o Palmeiras abandonou novamente o campeonato por causa de brigas políticas. Voltando em 26, foi campeão invicto e bi-campeão em 27. Com o início da Segunda Guerra Mundial em 39, o Palestra teve que modificar seu nome. Temporariamente, o clube adotou Palestra São Paulo, mas após a adesão do Brasil à guerra, mudou, finalmente, para Sociedade Esportiva Palmeiras, nome que mantém até hoje. No primeiro ano do novo nome (1942), o time foi campeao. O time dos sonhos do Palmeiras, composto, entre outros, por Julinho, Vavá, Servílio e Djalma Santos, viria em 1963, acabando com a sucessão de títulos do Santos de Pelé. Neste mesmo ano, chegou ao clube Ademir da Guia, que traria muitas vitórias ao time alvi-verde. Apesar de títulos do Torneio Centenário e do "Robertão", o Paulista só seria conquistado novamente em 1972, mesmo ano em que venceu o Brasileiro. Em 73, viria o bi-campeonato no Campeonato Nacional. Esta seleção palmeirense, que contava com Leão, Alfredo, Luís Pereira e o próprio Ademir da Guia, forneceu muitos de seus jogadores para a Seleção Brasileira na Copa de 74. O Palmeiras conquistou ainda o Paulista de 76 e, somente 17 anos depois, voltou a conquistar um título estadual. Neste mesmo ano (1993) e no seguinte, venceu o Brasileirão.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Estadio Palestra Italia
Clube
http://www.palmeiras.com.br/conteudo/?categoria=Estádio&menu=Clube
Fábio Menotti
A história do atual estádio Palestra Itália remonta à virada do século 19 para o século 20 e envolve uma das mais tradicionais empresas brasileiras da época, a Companhia Antarctica Paulista. Pensando no lazer de seus funcionários, a empresa criou o Parque da Antarctica, um espaço de 300 mil metros quadrados que abrangia uma vasta área verde, com lago, parque infantil, restaurantes, choperia, local para bailes, reuniões e áreas para a prática esportiva (incluindo pistas de atletismo, quadra de tênis e um dos primeiros campos de futebol da cidade). Em pouco tempo, o parque passou a ser uma referência não só para a prática do futebol, mas também para diversas atividades ao ar livre, como corridas de automóveis, lutas de boxe, etc. Com a crescente paixão pelo futebol, esporte que já tinha adeptos em grande número não só em São Paulo, mas também no Brasil, o espaço passou a ser muito requisitado para esta prática esportiva. A empresa, então, passou a alugar o campo de futebol lá existente para clubes nos primeiros anos do século 20. O Germânia, clube de origem alemã, passou então a ser o mandante do campo. Exatamente no dia 3 de maio de 1902, o Mackenzie College venceu o Germânia (atual Esporte Clube Pinheiros) no Parque Antarctica, por 2 a 1, dando início ao primeiro campeonato oficial de futebol do Brasil, o Paulista. Com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o Germânia diminui suas atividades sociais e repassou seu contrato de locação para o América F.C. (já extinto), clube este que foi fundado por Belfort Duarte. Por sua vez, com dificuldades econômicas, o América passou a sublocar o espaço para outras equipes. Foi assim que, exatamente no ano de 1917, o Palestra Itália passou a mandar seus jogos no Parque Antarctica. O contrato de então previa que o América utilizasse a estrutura nas terças, quintas, sábados e domingos, enquanto o Palestra Itália usaria o local nos mesmos dias, porém na parte da tarde, para treinos e partidas oficiais. Em 1920, contanto com o apoio da Companhia Matarazzo, o Palestra Itália efetuou a compra do campo de futebol e de grande parte do terreno do Parque Antarctica pelo valor total de 500 contos de réis, uma verdadeira fortuna à época. As condições de pagamento também não eram muito favoráveis: metade a vista, outra metade em duas prestações anuais de 125 contos de réis. Era uma aposta ousada, mas que foi aceita de pronto pelo presidente Menotti Falchi. Exatamente no dia 27 de abril de 1920, o contrato entre as partes foi firmado. Na escritura de compra as condições de favorecimento aos empregados e ao comércio dos produtos Antarctica eram explícitas. A exclusividade duraria 99 anos: desde a fundação do Parque, 1904, até 2003, só produtos daquela fábrica poderiam ser vendidos. Na primeira partida como legítimo proprietário do estádio, no dia 16 de maio de 1920, o Palestra Itália aplicou uma sonora goleada sobre o Mackenzie, por 7 a 0, gols de Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato. O Palestra Itália conseguiu, com dificuldades, pagar as duas primeiras parcelas do pagamento, porém não conseguiu arcar com a última delas. A solução foi vender uma parte do terreno para o conde Francisco Matarazzo, que pagou a soma de 187 contos de réis. Aos poucos, o clube passou a investir em grandes reformas no local, incluindo a construção da arquibancada geral, ainda de madeira, e da tribuna social (reservada aos associados do clube). Em 13 de agosto de 1933, o Palestra Itália vencia o Bangu, por 6 a 0, pelo Torneio Rio-São Paulo, marcando a inauguração do “Stadium Palestra Itália”. Já com arquibancadas de concreto, tratava-se do maior, mais moderno e imponente estádio do país na época. Neste mesmo período, a sede social do clube foi transferida do centro da cidade para o entorno do estádio. No final da década de 1950, foi iniciada uma nova e profunda reforma, onde a arquibancada foi totalmente reconstruída e passou a ter mais do que o dobro da capacidade anterior. O campo foi suspenso – daí surge o nome de “Jardim Suspenso” – e foram construídos vestiários no sub-solo. A reinauguração aconteceu no dia 7 de setembro de 1964, com o jogo Palmeiras x Guaratinguetá, pelo Campeonato Paulista. A partir da década de 1990, o Palmeiras fez diversas obras de melhorias, para aumentar o conforto dos torcedores e começar a formalizar, aos poucos, o grande sonho de gerações de palestrinos e palmeirenses: a construção de uma nova Arena, que será em breve um dos estádios mais modernos das Américas. No velho, e sempre novo, Palestra Itália foram decididos Campeonatos Paulistas, Brasileiro de Seleções, Mercosul e a Libertadores de 1999. Foi no local também que a seleção brasileira exibiu-se pela primeira vez na cidade de São Paulo e obteve sua primeira conquista da Copa Rocca, em cima da Argentina. Além disso, as velhas chaminés que ainda existem no outro lado da avenida Francisco Matarazzo já presenciaram outros feitos memoráveis, como o Palestra vencer o Corinthians por 8x0 e o Palmeiras golear o Boca Juniors por 6x1, entre tantos outros. DADOS DO ESTÁDIO
Estádio Palestra Itália (São Paulo – Brasil)
Capacidade atual: 27.650 lugares
Dimensões do campo: 110 metros por 75 metros CURIOSIDADES HISTÓRICAS
Recorde Mundial de Invencibilidade: 68 jogos atuando no Estádio Palestra Itália, de 1986 a 1990
1º jogo: Palestra Itália 5 x 1 Internacional 21 de abril de 1917 Árbitro: Nestor Pedroso de Carvalho Palestra Itália: Flosi, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Severino, Martinelli. Gols: Ministro (2), Heitor, primeiro tempo; Caetano (2), Severino, segundo tempo.
1º jogo como proprietário: Palestra Itália 7 x 0 Mackenzie 16 de maio de 1920 Árbitro: Manuel Domingues Corrêa Palestra Itália: Primo, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Imparato II. Gols: Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato.
Maior Goleada em Campeonatos Paulista e Jogador com maior número de gols: Palestra Itália 11 x 0 Internacional 8 de agosto de 1920 Árbitro: Odilon Penteado do Amaral Palestra Itália: Flosi, Bianco, Pedretti, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Martinelli. Gols: Ministro (2), Imparato, Caetano, Martinelli e Heitor Marcelino - 6 gols (recorde)
Primeiro Jogo Noturno: Palestra Itália 3 x 3 Juventus 24 de maio de 1930 Árbitro: Thomaz Cicarelli Palestra Itália: Nascimento, Loschiavo, Nigro, Gino, Goliardo, Serafini, Ministrinho, Carrone, Heitor, Lara, Osses. - Técnico: Eugenio Medgyesy "Marinetti" Gols: Lara, Carrrone e Heitor
Inauguração Oficial: Palestra Itália 6 x 0 Bangu 13 de agosto de 1933 Árbitro: Haroldo Dias da Mota Palestra Itália: Nascimento, Carnera, Junqueira, Tunga, Dula (Zico), Tuffy, Avelino, Gabardo, Romeu Pellicciari, Lara, Armandinho - Técnico: Humberto Cabelli Gols: Gabardo, Avelino, primeiro tempo; Avelino, Romeu Pellicciari, Gabardo, Romeu Pellicciari, segundo tempo.
Último Jogo com Alambrados: (Fecha para reformas) Palmeiras 7 x 0 Internacional de Limeira 21 de abril de 1962 Árbitro: João Etzel Palmeiras: Rosan, Jorje, Sebastião, Mané, Flávio (Giovani), Jurandir, Gildo, Américo, Zeola (Goiano), Ademir da Guia, Américo II. Gols: Américo, primeiro tempo; Américo (2), Gildo (3), Giovani.
Jardim Suspenso 1º jogo: (pós-reformas) Palmeiras 2 x 0 Esportiva de Guaratinguetá 7 de setembro de 1964 Árbitro: Teodoro Niti Público: 31.899 Palmeiras: Valdir, Caetano, Djalma Dias, Valdemar Carabina, Ferrari, Dudu, Tupãzinho, Gildo, Ademar, Picolé, Rinaldo. Gols: Ademar, Rinaldo, primeiro tempo.
Recorde de Público: 40.283 pagantes Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba 18 de agosto de 1976 - a partida decidiu o Campeonato Paulista Árbitro: Romualdo Arppi Filho Palmeiras: Leão, Valdir, Samuel, Arouca, Ricardo, Pires, Ademir da Guia, Edu, Jorge Mendonça, Toninho, Nei. Gol: Jorge Mendonça, primeiro tempo.
Milésima Vitória: Palmeiras 2 x 0 Grêmio 6 de outubro de 2007 Árbitro: Heber Roberto Lopes 22.667 pagantes Renda: R$ 428.170,00 Palmeiras: Diego Cavalieri; Paulo Sérgio, David, Dininho (Gustavo) e Valmir; Wendel, Makelele, Valdívia e Caio; Luiz Henrique (Deyvid) e Rodrigão (William) - Técnico: Caio Júnior Gols: Caio e Rodrigão, 12min e 22min do primeiro tempo
http://www.palmeiras.com.br/conteudo/?categoria=Estádio&menu=Clube
Fábio Menotti
A história do atual estádio Palestra Itália remonta à virada do século 19 para o século 20 e envolve uma das mais tradicionais empresas brasileiras da época, a Companhia Antarctica Paulista. Pensando no lazer de seus funcionários, a empresa criou o Parque da Antarctica, um espaço de 300 mil metros quadrados que abrangia uma vasta área verde, com lago, parque infantil, restaurantes, choperia, local para bailes, reuniões e áreas para a prática esportiva (incluindo pistas de atletismo, quadra de tênis e um dos primeiros campos de futebol da cidade). Em pouco tempo, o parque passou a ser uma referência não só para a prática do futebol, mas também para diversas atividades ao ar livre, como corridas de automóveis, lutas de boxe, etc. Com a crescente paixão pelo futebol, esporte que já tinha adeptos em grande número não só em São Paulo, mas também no Brasil, o espaço passou a ser muito requisitado para esta prática esportiva. A empresa, então, passou a alugar o campo de futebol lá existente para clubes nos primeiros anos do século 20. O Germânia, clube de origem alemã, passou então a ser o mandante do campo. Exatamente no dia 3 de maio de 1902, o Mackenzie College venceu o Germânia (atual Esporte Clube Pinheiros) no Parque Antarctica, por 2 a 1, dando início ao primeiro campeonato oficial de futebol do Brasil, o Paulista. Com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o Germânia diminui suas atividades sociais e repassou seu contrato de locação para o América F.C. (já extinto), clube este que foi fundado por Belfort Duarte. Por sua vez, com dificuldades econômicas, o América passou a sublocar o espaço para outras equipes. Foi assim que, exatamente no ano de 1917, o Palestra Itália passou a mandar seus jogos no Parque Antarctica. O contrato de então previa que o América utilizasse a estrutura nas terças, quintas, sábados e domingos, enquanto o Palestra Itália usaria o local nos mesmos dias, porém na parte da tarde, para treinos e partidas oficiais. Em 1920, contanto com o apoio da Companhia Matarazzo, o Palestra Itália efetuou a compra do campo de futebol e de grande parte do terreno do Parque Antarctica pelo valor total de 500 contos de réis, uma verdadeira fortuna à época. As condições de pagamento também não eram muito favoráveis: metade a vista, outra metade em duas prestações anuais de 125 contos de réis. Era uma aposta ousada, mas que foi aceita de pronto pelo presidente Menotti Falchi. Exatamente no dia 27 de abril de 1920, o contrato entre as partes foi firmado. Na escritura de compra as condições de favorecimento aos empregados e ao comércio dos produtos Antarctica eram explícitas. A exclusividade duraria 99 anos: desde a fundação do Parque, 1904, até 2003, só produtos daquela fábrica poderiam ser vendidos. Na primeira partida como legítimo proprietário do estádio, no dia 16 de maio de 1920, o Palestra Itália aplicou uma sonora goleada sobre o Mackenzie, por 7 a 0, gols de Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato. O Palestra Itália conseguiu, com dificuldades, pagar as duas primeiras parcelas do pagamento, porém não conseguiu arcar com a última delas. A solução foi vender uma parte do terreno para o conde Francisco Matarazzo, que pagou a soma de 187 contos de réis. Aos poucos, o clube passou a investir em grandes reformas no local, incluindo a construção da arquibancada geral, ainda de madeira, e da tribuna social (reservada aos associados do clube). Em 13 de agosto de 1933, o Palestra Itália vencia o Bangu, por 6 a 0, pelo Torneio Rio-São Paulo, marcando a inauguração do “Stadium Palestra Itália”. Já com arquibancadas de concreto, tratava-se do maior, mais moderno e imponente estádio do país na época. Neste mesmo período, a sede social do clube foi transferida do centro da cidade para o entorno do estádio. No final da década de 1950, foi iniciada uma nova e profunda reforma, onde a arquibancada foi totalmente reconstruída e passou a ter mais do que o dobro da capacidade anterior. O campo foi suspenso – daí surge o nome de “Jardim Suspenso” – e foram construídos vestiários no sub-solo. A reinauguração aconteceu no dia 7 de setembro de 1964, com o jogo Palmeiras x Guaratinguetá, pelo Campeonato Paulista. A partir da década de 1990, o Palmeiras fez diversas obras de melhorias, para aumentar o conforto dos torcedores e começar a formalizar, aos poucos, o grande sonho de gerações de palestrinos e palmeirenses: a construção de uma nova Arena, que será em breve um dos estádios mais modernos das Américas. No velho, e sempre novo, Palestra Itália foram decididos Campeonatos Paulistas, Brasileiro de Seleções, Mercosul e a Libertadores de 1999. Foi no local também que a seleção brasileira exibiu-se pela primeira vez na cidade de São Paulo e obteve sua primeira conquista da Copa Rocca, em cima da Argentina. Além disso, as velhas chaminés que ainda existem no outro lado da avenida Francisco Matarazzo já presenciaram outros feitos memoráveis, como o Palestra vencer o Corinthians por 8x0 e o Palmeiras golear o Boca Juniors por 6x1, entre tantos outros. DADOS DO ESTÁDIO
Estádio Palestra Itália (São Paulo – Brasil)
Capacidade atual: 27.650 lugares
Dimensões do campo: 110 metros por 75 metros CURIOSIDADES HISTÓRICAS
Recorde Mundial de Invencibilidade: 68 jogos atuando no Estádio Palestra Itália, de 1986 a 1990
1º jogo: Palestra Itália 5 x 1 Internacional 21 de abril de 1917 Árbitro: Nestor Pedroso de Carvalho Palestra Itália: Flosi, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Severino, Martinelli. Gols: Ministro (2), Heitor, primeiro tempo; Caetano (2), Severino, segundo tempo.
1º jogo como proprietário: Palestra Itália 7 x 0 Mackenzie 16 de maio de 1920 Árbitro: Manuel Domingues Corrêa Palestra Itália: Primo, Bianco, Grimaldi, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Imparato II. Gols: Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato.
Maior Goleada em Campeonatos Paulista e Jogador com maior número de gols: Palestra Itália 11 x 0 Internacional 8 de agosto de 1920 Árbitro: Odilon Penteado do Amaral Palestra Itália: Flosi, Bianco, Pedretti, Bertolini, Picagli, Fabbi, Caetano, Ministro, Heitor, Ernesto Imparato, Martinelli. Gols: Ministro (2), Imparato, Caetano, Martinelli e Heitor Marcelino - 6 gols (recorde)
Primeiro Jogo Noturno: Palestra Itália 3 x 3 Juventus 24 de maio de 1930 Árbitro: Thomaz Cicarelli Palestra Itália: Nascimento, Loschiavo, Nigro, Gino, Goliardo, Serafini, Ministrinho, Carrone, Heitor, Lara, Osses. - Técnico: Eugenio Medgyesy "Marinetti" Gols: Lara, Carrrone e Heitor
Inauguração Oficial: Palestra Itália 6 x 0 Bangu 13 de agosto de 1933 Árbitro: Haroldo Dias da Mota Palestra Itália: Nascimento, Carnera, Junqueira, Tunga, Dula (Zico), Tuffy, Avelino, Gabardo, Romeu Pellicciari, Lara, Armandinho - Técnico: Humberto Cabelli Gols: Gabardo, Avelino, primeiro tempo; Avelino, Romeu Pellicciari, Gabardo, Romeu Pellicciari, segundo tempo.
Último Jogo com Alambrados: (Fecha para reformas) Palmeiras 7 x 0 Internacional de Limeira 21 de abril de 1962 Árbitro: João Etzel Palmeiras: Rosan, Jorje, Sebastião, Mané, Flávio (Giovani), Jurandir, Gildo, Américo, Zeola (Goiano), Ademir da Guia, Américo II. Gols: Américo, primeiro tempo; Américo (2), Gildo (3), Giovani.
Jardim Suspenso 1º jogo: (pós-reformas) Palmeiras 2 x 0 Esportiva de Guaratinguetá 7 de setembro de 1964 Árbitro: Teodoro Niti Público: 31.899 Palmeiras: Valdir, Caetano, Djalma Dias, Valdemar Carabina, Ferrari, Dudu, Tupãzinho, Gildo, Ademar, Picolé, Rinaldo. Gols: Ademar, Rinaldo, primeiro tempo.
Recorde de Público: 40.283 pagantes Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba 18 de agosto de 1976 - a partida decidiu o Campeonato Paulista Árbitro: Romualdo Arppi Filho Palmeiras: Leão, Valdir, Samuel, Arouca, Ricardo, Pires, Ademir da Guia, Edu, Jorge Mendonça, Toninho, Nei. Gol: Jorge Mendonça, primeiro tempo.
Milésima Vitória: Palmeiras 2 x 0 Grêmio 6 de outubro de 2007 Árbitro: Heber Roberto Lopes 22.667 pagantes Renda: R$ 428.170,00 Palmeiras: Diego Cavalieri; Paulo Sérgio, David, Dininho (Gustavo) e Valmir; Wendel, Makelele, Valdívia e Caio; Luiz Henrique (Deyvid) e Rodrigão (William) - Técnico: Caio Júnior Gols: Caio e Rodrigão, 12min e 22min do primeiro tempo
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